Crenças quebradas e convicções destronadas. O “nunca digas nunca” juntamente com o “nunca digas sempre” ganha novo significado. A consciência está tranquila: não fiz nada de errado; mas também não fiz nada de correcto, esta é uma certeza. Mas afinal o que fiz? Vivi intensamente e deixei-me envolver e absorver por aqueles momentos com corpo, mente e alma! Desprezei riscos, desliguei a sensatez e razão e deixei-me levar pelo coração, mas valeu a pena! Oh se valeu! O arrependimento é inexistente!Entra em cena o “complicometro racional” a debater-se em sintonia com o "anjinho e o diabinho" da minha mente e ninguém vence, ninguém prevalece. Algo precisa de decidir este impasse, mas o algo é incapaz de se abstrair e distanciar-se de si mesmo para se chegar à frente e se impor com uma sentença.
Coloco mãos na cabeça e pergunto a mim mesmo: “e agora?” – nada será como antes!
Amigos diriam: “pois não sei, pede outra que essa pago eu!”; “és o maior, aproveita!”; “bolas, mas tu és maluco?” E o impasse mantém-se!
No meio desta miscelânea de ideias, pensamentos, filosofias e parvoíces mentais, há algo que prevalecerá: “One life. Live it well.” e as conclusões tiram-se no fim!






































